quinta-feira, agosto 02, 2007

A aspereza dos azedumes não tem de ser necessariamente má!

O fim do mundo não é. Mas um abalo no ego, isso é inevitável. Ao adiar a vida, uma e outra vez, também se aprende. Digerindo também se vive. Acreditar que havemos de conseguir é imprescindível. Os olhares azedos e desconfiados podem arrefecer a alma, mas ela subsiste porque é imperativo. No mundo os resistentes estão aí para contar a história. Os outros, vão na corrente. Adjudicam-se ao lixo comum.
Baixar os braços nunca, desistir ainda menos. Os insucessos só destroem quem não tem vigor para aprender com eles. Estarei lá, outra vez. Mas continuarei a existir para além disso. Parar é morrer.

Um comentário:

atalmijinha disse...

ca estarei eu para td...td o k encontrares e quiseres segredar me! Igualmnt
as loucuras claro! Loucuras é cmg! espero nca fzr parte da maldita corrente...E se uma pessoa tem força então és tu!