sábado, março 21, 2009

Queijadas....de Sintra!


Este pitéu esteve na minha boca ontem. Ele, uma companhia e uma paisagem que não lhe ficam atrás. A trilogia que se quer. São gostosas, as tipas Tenho dito. @

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

Coisas

Quando se aprende a deixar espaço para que os outros gostem de nós, ou não, também se aprende a existir. Se todos os acenos tivessem a mesma carga, o umbigo era exactamente o mesmo a cada dia. Mas, não o é. Nem por sombra.
Há qualquer coisa de muito diferente em olhar uma pessoa nos olhos ou acenar-lhe ao longe. Mandar um beijo sabe a pouco. Recebê-lo torna-o distinto.
Se a fruta amadurecesse toda na mesma época do ano, desaparecia o motivo de a ter de esperar. E o motivo, esse, pode trazer o encanto.

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Pequenas paixões



Há coisas das quais se aprende a gostar. Cada dia um pouco mais. O cd dos Klepht é um bom exemplo. Há qualquer coisa. Há sempre qualquer coisa. A começar pela capa, que está um mimo.
De começo, surge algo que nos faz prenderItálico ao play vezes e vezes sem conta. Mas depois, quando vem a fase de ouvir o cd de empreitada, aprende-se a gostar de um pormenor aqui e outro ali. Descobre-se que, afinal, todas elas têm qualquer para dar. Algo que nos faz esboçar um sorriso daqueles. Existem pormenores que nos prendem ao ínfimo de nós, a momentos. Que nos fazem existir para além do aparente.
São onze os temas e, dizem os autores, que outros onze ficaram de fora. Uma compilação brutalíssima, da qual aprendi a disfrutar.


"Algo melhorou!
Ficámos sábios… pelo menos aos olhos dos outros
Ser responsável compete a poucos
A bem poucos....
Não dependemos, daqui para a frente, de ninguém
Quer dizer… O sexo agora implica quase sempre alguém
E Ainda bem!!!!"




Experimentem. Aqui

segunda-feira, fevereiro 23, 2009

Óscares



Este post não vai trazer nenhuma novidade, apenas as minhas lamúrias para não ter seguido em directo a noite de Óscares, mas novos valores de alevantam.
O badalado, Quem quer ser bilionário, arrecadou ontem o prémio de melhor filme e melhor realizador, e mais uma série deles.
Ainda não o vi, mas não me escapa. Creio que será uma boa aposta. ;)


sábado, fevereiro 14, 2009

Dia dos ditos

Diz que hoje é dia dos namorados e ontem foi sexta-feira treze. O azar não apareceu por cá, tinhamos feito tréguas amigáveis e ele, como gente fina, cumpriu a palavra.
Quanto ao dia dos namorados, nunca liguei a isso. Desde que haja comida. Ou melhor milka. E ontem, o paraíso esteve mesmo aqui ao lado. Ainda lhe acenei.
Pude reparar que estava uma bela noite de luar reflectida na água. Mas cá pela terra, recebi o melhor mimo que se pode querer. Um mimo duplo, que é mais ou menos assim:




P.s: @

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

Tachadíssima!

Estas coisas das tecnologias são qualquer coisa de fantástico. Uma gaja vai aqui confortavelmente instalada no comboio enquanto mete as novidades em dia. Perfeitinho.
Ora então, há semanas que começam em beleza. Hoje é o caso. Passei no exame de condução de carro e mota. Custou mas foi. Como alguém diria: "tá tachada"!
O sr "black" foi uma simpatia de examinador. Assim, as coisas têm tudo para correr seguramente bem.
Outra coisinha, quem está mesmo, mesmo de parabéns sao os Coldplay que ganharam os prémios todos ontem em Los Angels. Parabéns, meus senhores.

sábado, janeiro 24, 2009

Human

The killers_ Human
Hum...é mesmo gostoza a música destes senhores. Palavra!;)

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Remédio para as insónias

Como eu gosto muito de vós, e sei que às vezes o sono é sacana e não vem; pois bem. Leiam aqui, no blog vizinho, este recente post: The first time.
Genialíssimo. Fui eu que sugeri o tema, mas o jeitinho é todo do autor. Palavra. Confirmem!

segunda-feira, janeiro 19, 2009

Mimos

Klepht - Por uma Noite
Esta música fica no ouvido, desde a primeira vez! É a prova que também temos mimos muito bons! Gosto. Gosto e pronto.
O facto de nos apaixonarmos, deveria seguir a mesma lógica. Haveria uma razão racional para se gostar ou não. Gostar só por gostar, perde a sua piada. Não tem sal. Sabe a pouco. Muito pouco.
É que, convenhamos, gaja que é gaja pode nem saber porque é que escolheu a mala C em vez da B, mas há-de saber, sempre, porque é que o "seu gajo" mexe com ela.
A diferença que vai do saber ao explicar, essa, fica em segredo dos deuses!

sexta-feira, janeiro 16, 2009

Aulas de anatomia

Nestes dias, a propósito do muito que há a reter das aulas de anatomia acerca do coração, falava-se de hipertensão.
Alguém, colocando o dedo no ar, exprimiu-se assim:

-Então professor, e quem tem hipotensão também deve reduzir a quantidade de sal ingerida?

-Não. Só tem é que ser feliz!

E com isto fez-se silêncio no auditório. Quedou-se aquela quantidade de alunos absurda. Ficámos a olhar uns para os outros, e o professou progediu com um sorriso no canto da boca.
Ele sim, tem muito a ensinar como médico, mas acima de tudo como pessoa. Admiro-o por isso.

quinta-feira, janeiro 15, 2009

Coisas giras e boas!


Hoje, alguém se lembrou de me oferecer uma coisinha destas. Dos meus preferidos. Há coisas que valem tanto!
O valor monetário não interessa, quando nos chegam com mimos destes que superam tudo. Mais do que possam aparentar. Gostei!
Obrigada!;)

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Pois então

Na inauguração do novo ano neste blog, o assunto só poderia ser um: gajos!
Há dias em que se acorda com uma série de pensamentos que vêm de rajada. Parece que estavam mesmo ali à mão. Só à espera que acordássemos.
Hoje, foi um dia assim. Veio-me à cabeça uma frase, dita há uns tempos com o maior sorriso que a humanidade conhece.
Convence-te, meeeeeeeesmo, que os gajos são como os parques de estancionamento: "os bons estão ocupados e os que há livres é só para deficientes." Entenda-se deficientes não em termos físicos.
Ora, nunca fui muito boa em coisa de números, mas aplicando isto à minha faculdade, dir-se-ia que 90% daquela gente são gajas. Dos 10% restantes ditos homemzinhos, 5% opta por outras vias e os então, efectivos, 5% de gajos viris e coiso e tal, arranhariam a perfeição num filme de terror conceituado.
Vem uma gaja para a faculdade, e depois é isto. Ora gaita!
P.s: Como nem só de pão vive o homem, feliz ano novo, novinho em folha. Não o estraguem já!;)

domingo, dezembro 28, 2008

Uma...de muitas!


Eu confesso. Caixinhas destas foram responsáveis pelo maior dos meus pecados mortais:a gula!
Mas, hão haver poucas coisas que dêem mais prazer que isto. Tenho dito.
Boas festas=)
P.s:Este é o meu presente para vós*

sábado, dezembro 20, 2008

Huuummm... Gosto!=)



Linkin Park - Leave Out All The Rest

sexta-feira, dezembro 19, 2008

Diria Eugénio de Andrade

"Voa coração. Ou então arde."

sexta-feira, dezembro 12, 2008

O lado bom de se ser cobaia

Hoje, tive uma manhã diferente. A pedido do professor de Anatomia que, aproveita e é também médico nas horas vagas, fui ao Hospital servir de cobaia para me fazerem uma ecografia à região abdominal. Quem a fez, foram os tenrinhos da máquina mágica que nos vê por dentro, mesmo não sendo a Blimunda. Enfim, adiante.
O cenário era interessante e tornou-se ainda mais, quando no meio das seis batas brancas, se destacou uma em particular. Não, exactamente, a bata. Claro. O que estava por detrás dela é que enche as medidas a qualquer menina com bons gostos. Pude olhar, à socapa, como quem não quer a coisa, que o espécime tão avantajado da classe viril tinha pendurado o nome de Pedro, num daqueles pseudo placares indentificativos. O tal, tinha um sorriso de fazer embabascar, uns olhos divinais e, imagino eu, o que estaria por debaixo da inconveniente bata branca.
A primeira a começar a ecografia foi uma senhora, por ventura também ela bem apessoada, mas passou-me ao lado. Entreti-me a ver o coração bater e os orgãos que estavam para lá escondidos. Depois, passou o testumnho ao Pedro que se tinha voluntariado à priori. Eu bem tentei continuar a olhar para os meus lindos orgãos, mas, como decerto se compreende, não era bem para o ecrã que a minha atenção estava voltada.
Não é fácil ver-se por aí uma pessoa inteligente, com sentido de humor e características físicas de fazer parar o trânsito. Disse-me que tinha um estômago grande, um baço acessório(um e meio, portanto, que o acessório é pequenino e parece que dá um jeitão na resistência a infecções), um fígado muito bonito e por aí adiante. De vez em quando, lá vinha o professor Eduardo espreitar e ensinar como se fazia. Durou uma hora o meu prazer de apreciar as coisas belas da vida, algumas está claro.
Resumindo, saí de lá com um treino imenso de expiração/inspiração, umas costelas quase fracturadas com tanta precisão e, bom... e.... com um rosto que dificilmente esquecerei. Tive uma hora para guardar os caracteres, espero que a minha memória tenha feito um serviçinho jeitoso. Por enquanto, vou suspirando por aí e de cada vez que passar por perto do dito Hospital. Hummm!
Se houver por aí mais precisão de mais sessões destas, sou a primeira a dar o nome. Garantidamente!
P.s: Pedro, andas por aí?;)

quarta-feira, dezembro 03, 2008

Pequeníssimo

" A dose certa diferencia o veneno do remédio!" Paracelso

Nunca estive tão de acordo. Palavra.

sexta-feira, novembro 14, 2008

Parabéns

Reparo que, hoje, a minha avó tem as mãos especialmente ásperas. Não sei se por o corpo lhe adivinhar que faz oitenta e sete anos e reclamar descanso, se por lhe doer tudo e ter a alma, às vezes, perdida na anestesia de si.
Passou o dia soalheiro a espreitar para a rua, talvez, à espera de um pingo de eternidade que a prenda à vida. As recordações, devem fugir-lhe para dar lugar às queixas. Mas não se cansa de viver, e isso eu pude aprender com ela.
Parabéns avó.
Um beijo, daqueles que te dava com cinco anos. Lembraste?;)

domingo, novembro 09, 2008

Então...



Às vezes pergunto-me como é que ainda fazes parte da minha vida. É para isso que as respostas retóricas existem, para entreterem a mente, roubando-lhe o espaço de outros porquês.
E do alto de si, diria alguém com o maior dos sorrisos: life goes on.

terça-feira, novembro 04, 2008

Banalidades




Per7ume - Intervalo

Algumas músicas, são como aquelas pessoas especiais em que vale a pena investir. Por serem autênticas, desde as simples banalidades.

Esta é uma delas.