
domingo, dezembro 28, 2008
Uma...de muitas!

sábado, dezembro 20, 2008
sexta-feira, dezembro 19, 2008
sexta-feira, dezembro 12, 2008
O lado bom de se ser cobaia
quarta-feira, dezembro 03, 2008
Pequeníssimo
Nunca estive tão de acordo. Palavra.
sexta-feira, novembro 14, 2008
Parabéns
Parabéns avó.
Um beijo, daqueles que te dava com cinco anos. Lembraste?;)
domingo, novembro 09, 2008
Então...
terça-feira, novembro 04, 2008
Banalidades
Per7ume - Intervalo
Algumas músicas, são como aquelas pessoas especiais em que vale a pena investir. Por serem autênticas, desde as simples banalidades.
Esta é uma delas.
sexta-feira, outubro 10, 2008
...
domingo, outubro 05, 2008
Hoje é o MEU dia!
Somo vinte e um aninhos.
Obrigado a todos os que se lembraram da data. É nestes momentos que nos sentimos especiais! =)
5-10-1987*
sexta-feira, outubro 03, 2008
sábado, setembro 27, 2008
Panorama
sábado, setembro 20, 2008
domingo, setembro 14, 2008
Nota
By the way, para a segunda fase, cá estamos.
sábado, setembro 06, 2008
Noites
sexta-feira, setembro 05, 2008
terça-feira, setembro 02, 2008
sábado, agosto 30, 2008
quarta-feira, agosto 27, 2008
Luas
sábado, agosto 23, 2008
Pormenor
Pormenores, portanto.
quarta-feira, agosto 20, 2008
sábado, agosto 16, 2008
...
Apertas-me a mão como só tu sabes. Acaricias-me a pele num puro momento de entrega, sem porquês. Não tens noção que a alma também sua de tanto desejo. Disso eu sei. Fizeste-me descobri-lo, quando fomos amantes e fizemos do mundo nosso cúmplice. Mas um dia, num desses beijos esquecidos, num desses momentos que um dia foram só nossos, vais sentir do que falo. Do que sinto. Do que sou.
terça-feira, agosto 12, 2008
Era isto. Só.
Daqui
sexta-feira, agosto 08, 2008
sábado, julho 19, 2008
Coisas belas
Apaixonei-me por ti.
E ele ouve-a,
Mas não diz nada.
Ele sabe
Que nada puderam fazer
A não ser acharem-se
Um dia
Apaixonados.
Ela por ele.
Ele por ela.
Sabem que foi
Assim que aconteceu.
Ele sabe.
Ela também.
E desconfiam,
Um e outro,
Desconfiam
Que não podia ser
De outra maneira."
Daqui
sexta-feira, julho 18, 2008
Coisas boas

Eu juro. A sério que juro. Não pedia mais nada. Era só esta coisinha mai fofa, agora. Já! Mas o homem dos gelados ainda não veio cá prestar auxílio.
Assim sendo, numa noite quente e apetecível como esta, vou dar um giro. Pode ser que me echa o olho, estas coisas. Ou outras melhores. Disso não sei.
Há festas e festas. Hoje é daquelas que apetece. É o cheiro. São as pessoas. É a cerveja. O vento quente. As conversas jogadas fora. Dir-se-ia que são coisas de gaja. Talvez. De vez enquando, o ego também as reclama.
quarta-feira, julho 16, 2008
=)
segunda-feira, julho 14, 2008
Pancas
Há dias assim, pronto.
sexta-feira, julho 04, 2008
Pitas endiabradas
Eu não gosto das coisas nesses termos, não gosto de bater couro. Não me dá gozo nenhum. Ponto. Gaja que é gaja tem de ter brio pessoal. E essas coisas, meus amigos, guardo inteiramente para vós. Não é uma questão de orgulho nem de preciosismo. É apenas uma perspectiva. A minha.
Fazer a corte a um homem é aborrecido. Chatinho, eu diria. É muitíssimo melhor dar uma tampa, do que levar com ela e isso é ponto assente. Além do mais, uma mulher tem qualquer coisa que precisa de ser conquistada. De andar de volta. De conversas da treta mas que alimentam o ego.
Estas pitas surpreendem-me. Eu com a idade delas, há uns cinco anos, coisa menos coisa, não me revejo nada assim.
Ah és tão lindo, dás-me o teu número??? Vamos dar uma volta ali atrás?! Perguntas não retóricas, sublinhe-se. Dois ou três palavrinhas e a coisa dá-se. É um mexe aqui mexe ali. No fim soma-se o serviço completo sem perguntas de maior ou grandes atritos. No outro dia: olá, tudo bem? Amigos como sempre, ou como nunca, "amiguinhos", isso... Bom isso, só quando apetece. Quando a libido reclama saciedade, quiçá. Caso alguém se faça de esquisito(a) num desses momentos de saciedade, também é simples. Faz-se um intervalo, para entrar em cena mais duas ou três ou mais dois ou três, depende do lado da questão. E depois retoma-se os andamentos fortes.
Oh minhas lindas, venham duas semanas para ao pé de mim que eu ensino-vos a diferença entre ter graça e cair em graça. É que as meias lecas também podem ser gente. E é bem mais giro. A sério, com jeitinho, nem custa assim tanto.
sexta-feira, junho 27, 2008
Machões. Ou quase.
Agora lembrou-se de lançar um livro. “Zé-Zé o último machoman”. Toda a gente pode escrever, deste que tenha assunto. É um facto. Agora a qualidade do mesmo, já é outra conversa. Apesar disso, confesso que tenho alguma curiosidade em ler o dito cujo e o motivo é simples. É que o dito senhor poderia ser muito bem o protótipo dos solteirões.
Por três motivos: são cabrões, galãs e falsos moralistas. É que o senhor está a ficar velhote e antes que perca a fama, que é uma coisa tão volátil, convém salvaguardar o título de machão.
Esta coisa de se ser machão é complicada. Nós mulheres não gostamos de panhonhas é ponto assente. Tem de haver um toque de virilidade, só um cheirinho não chega. Porém, não é menos verdade que detestamos gente convencida. O meio-termo, na teoria, é perfeito. Isto porque, lá no fundo, são os narizes empinados e os seguros de si que nos dão alguma pica.
sexta-feira, junho 20, 2008
...
terça-feira, junho 17, 2008
Dizeres
segunda-feira, junho 16, 2008
Serviço de lembrança ao domicílio, precisa-se!
É que o sr. anda meio trocado das ideias, e qualquer dia a malta começa toda a tirar férias em Dezembro para ir bronzear-se para a praia.
A sério, não há condições!
sexta-feira, junho 13, 2008
Parabéns
Feliz aniversário, mãe. =)
quinta-feira, junho 12, 2008
Pronuncio
José Eduardo Agualusa
Daqui
terça-feira, junho 10, 2008
House
Há coisas que nos metem a pensar e muito. Alturas em que, nem o estatuto mais elevado, nos livra do sofrimento. Eu gostei. Que venham mais.
P.s: Aquele Jesse Spencer, meu deus... que obra da Natureza!!! OMG
sábado, junho 07, 2008
Invenções
"Prefiro um cabrão assumido, a um falso moralista!"
É isto...é!
domingo, junho 01, 2008
(...)
Indíviduo do sexo masculino, extremamente limitado, e com espasmos raríssimos de inteligência, que não a animal.
Era isto.
segunda-feira, maio 26, 2008
Selvajaria e afins
Ora o assunto de ordem, era uma tal tipa que foi intitulada pelo ex de, e passo a citar: "um verdadeiro animal selvagem na cama!".
Sinceramente, eu não sei o que é que este senhor define como tal, mas um homem não ter andamento para uma mulher e admiti-lo publicamente, meus amigos, é chatinho e de uma falta de cavalheirismo assinalável. Mas, é preciso ter tomates para o dizer. Lá isso...
A meu ver, a selvajaria não se impõe e não é, de todo, proporcional à qualidade. By the way, apimenta sempre a coisa.
Tenho dito.
sábado, maio 17, 2008
Coisa de Portugas.
Rádio Macau Cantiga d' Amor
Também temos coisas boas. E, às vezes, roçam no muito bom. É o caso desta música. Adoro.
sexta-feira, maio 16, 2008
Pequenos dizeres
Miguel Esteves Cardoso
Coisas de gente crescida (ou quase).
Sentei-me, muito calmamente, enquanto o instrutor fumava o seu cigarrinho na recepção (ainda não deve estar a par da nova lei do tabaco, coitadinho do senhor!). Meia hora depois da hora prevista, lá veio ele. Meio despenteado (por ventura não esteve só a fumar. Mas isso são só pormenores), com a barba por fazer e afigurando um pórtico que, numa inspecção rápida do meu olhar de lince, deve ter feito suar algumas meninas durante a juventude.
Sentou-se, então, na cadeira. Pôs a mão ao bolso, como quem tem o mundo inteiro pela frente, olhou para mim e disse:
_A menina é nova aqui, o que está cá a fazer?!
Fiquei parada a olhar para ele, buscando um sorriso para a piada seca que me acabava de entrar a mil nos ouvidos e respondi:
_Bom, na verdade, é so para ver os olhos bonitos dos meninos.
Depois da debandada geral, lá começou, efectivamente, a aula. O dito senhor deve ter engraçado com a minha cara e recambiou para a cadeira ao lado da minha, um puto de dezassete anos. O figurino tratou logo de mandar comentários para parecer uma coisa que, de facto não é: bonito. O Cinquenta (como lhe chama o instrutor, devido à idade e de ainda só poder tirar licença para motociclos de 50cc), tagarelou como gente grande. A minha sorte, é que o relógio foi meu amigo e apontou para as 19h. Pelo que, muito solemente, pus o caderninho na mala e fui à minha vidinha.
Agora é aguardar pelas cenas do próximo episódio, e rezar para que o Cinquenta tenha escolhido um horário diferente do meu. A sério, até nem é pedir muito.
quarta-feira, maio 14, 2008
Coisas de génios
Quem o disse foi o mestre da teoria da relatividade, para os mais distraídos: Eisntein
terça-feira, maio 13, 2008
Campanha Dove pela auto-estima
Brutalíssimo. Deveriam existir mais publicidades destas.
Vejam, revejam e voltem a ver. E depois metam no replay. Só vos faz é bem!
segunda-feira, maio 12, 2008
Benfica
- Um quarto lugar
- Um reboliço de treinadores
- Um adeus ao maestro e à liga dos campeões
- ...
By the way, para o ano há mais. Mais e melhor, esperemos.
domingo, maio 11, 2008
Agradecimento oficial
Eectivamente, quando calha, ainda vão havendo cavalheiros...;)
P.s: Bom, na verdade, acho que foi mais uma usurpação. Pormenores, portanto. :P
terça-feira, maio 06, 2008
Pérolazinha!
"As minhas fãs são porreiras e não guincham!"
Ora, e eu pergunto, com uma amabilidade destas, quem é que não gostava de ser fã deste senhor? Pois está claro!
quinta-feira, maio 01, 2008
sexta-feira, abril 25, 2008
Vermelho, vermelhão...
segunda-feira, abril 21, 2008
É larilas, pronto!
Homem que é homem, não surge nessas figuras. É como uma gaja andar para aí de calçãozinho e com a depilação por fazer. Não combina, efectivamente, não!
Portanto, caro senhor que vos divagais nesses trajes naquela tarde, por favor tomai tino, porque, bem lá no fundo, acredito que até sejais um bom moço. Da próxima vez, faça favor de pedir à mãezinha para passar a ferro aquelas calças de ganga que sei que estão lá no fundo da gaveta, à espera da tal oportunidade para se mostrar. A sério, é só uma questão de experimentar.
sexta-feira, abril 18, 2008
Ainda há relíquias...
segunda-feira, abril 14, 2008
segunda-feira, abril 07, 2008
Engate...
António Variações_ "Canção do engate"
Oiço, oiço e oiço... E não me canso.
P.s:Se os engates fossem assim, haveriam poucas resistências...;)
Se um dia eu tivesse um diário assim...
O diário da nossa paixão, Nicolas Sparks
sexta-feira, abril 04, 2008
Ora... gaita!
Ainda por cima ontem vinha com uma t-shirt rosa, cor que adoro ver na classe masculina. Sim, porque ao contrário dessas más línguas, ou pseudo opiniões de gente-metida-a-machão, o rosa não denigre, em nada, a masculinidade de um gajo. Aliás, a meu ver acentua. Aquele rosa catita, levezinho e...extremamente apetecível! Humm...
Palavra que ontem demorei-me nele. Os meus olhos, entenda-se. A acompanhar a tão solene t-shirt, trazia umas calças de ganga que, cá entre nós, lhe assentam que nem ginja. Mas não é só de vestir bem que o moço percebe. Tem uma carinha que apetece... enfim, não entremos em pormenores mais estreitos.
Bom, se um dia destes mudares de ideias, rapazinho, a je cá estará. Porque, naturalmente, nem só de pão vive o homem!
terça-feira, abril 01, 2008
Dia das mentiras
do Lat. mentita, sob o influxo de mentir?
s. f.,
afirmação contrária à verdade;
falsidade;
ficção;
ilusão;
juízo errado;
indução em erro;
persuasão falsa.
P.s: Só hoje, mesmo?! Ah, pois...
segunda-feira, março 31, 2008
Pequenos prazeres...

A minha bicicleta é parecida com esta. Mais coisa menos coisa, e dá-me um gozo extremo andar nela.
Faço-o com todo o gosto. É uma verdadeira terapia, quando não fico aplanada no chão. Mas isso são pormenores. Meros pormenores, diga-se.
sábado, março 29, 2008
António Lobo Antunes.
sexta-feira, março 28, 2008
Porque os cães também morrem...

quinta-feira, março 27, 2008
Noite de putos crescidos, ou nem tanto.
Ora, a coisa começou com matemática. Mas como é algo mais avançado, já toma o nome de análise II. Muito à frente, diga-se. E eu, parecendo gente crescida, até passei uns integrais, (matéria de meninos da faculdade), do quadro. A sala era grande, e igualmente meritórias poderiam ser as vistas. Poder até podiam, mas no meio de tanta gente só estava um rapazito a fazer as vezes de macho. Ou se calhar até não. Bom, isso são pormenores.
Depois da aula, e com o estômago a exigir alimento, lá fomos nós ao bar. Relativamente bem frequentado, é verdade. Os meus olhos de lince focaram um tal casaco azul que contrastava com a t-shirt amarela a que estava sobreposto. Sim, primeiro as cores, depois o todo. Era um moço bem apessoado, com um metro e setenta e piques e, efectivamente, esbelto. Mas como a seguir havia outra aula, alguns aspectos ficaram por estudar. Quem sabe da próxima vez, se ele ainda por lá vaguear.
Na aula que se sucedeu, isto melhorou. Mais e melhor gente, que é como quem diz, meninos, moçoilos, gajos. A qualidade não era necessariamente boa, o que havia era mais oferta. E toda a gente sabe que, quando a oferta aumenta, a procura tende a aumentar também. Naquela sala explicava-se o conceito de economia da saúde e davam-se exemplos práticos. É verdade que sim. Porém, as pessoas que lá estavam só não dormiam, porque as cadeiras, de facto, não se proporcionam à medula daquelas gentes, que é esquisita como tudo. Era noite quando a aula acabou.
Eu, infiltrada como sempre, lá fui arrastada para o jantar do dito curso. Apetitoso, por sinal. O problema é que o vinho também o era, tal como os cânticos que entoavam aquelas paredes. Bota abaixo…e tal e tal. Mas eu, que sou uma senhora que não gosta de muitas festinhas do álcool no cérebro, lá emborquei ice tea. À parte de mais duas amigas, no final do jantar houve muito boa gente que evacuou, assim como que à pressa. Como se não houvesse amanhã. Outros viam a dobrar ou a triplicar, a avaliar pelos gestos.
Seguiu-se o dito rally das tascas, com direito a paragem por todo e qualquer local que fizesse lembrar um bar. Quando não havia mais nenhum para percorrer, estavam meia dúzia a dançar e os outros a dormir em tudo o que era canto ou cama, depende da perspectiva. Coisas de gente… crescida, (ou não!).
terça-feira, março 25, 2008
E o papel? Qual papel?! _ versão Coimbra
A coisa conta-se em algumas linhas. Ora, a alvorada foi às sete da manhã. Depois de muita insistência da minha mãe, lá me levantei. A mesma insistência, aliás, com que estive à espera do comboio depois de meia horinha atrasado. Coisa pouca, portanto. A sorte é que a companhia era boa, senão…Bom, adiante.
A parte boa disto, que deve ser mesmo a única, é que o edifício amarelinho é vizinho do Dolce Vita de Coimbra, e, como está mais do que visto, fui para lá alçar a perninha. Depois do belo almocinho, lá estive, com a amiga, a aprimorar o olhar pela zona. Coisa de gajas, diga-se. Para primeira vez que lá fui, deixou muito boa impressão e tenciono voltar. Na próxima, tenho é de ir ao fim-de-semana, para fazer uma digna lavagem das vistas.
Eram duas e meia e lá estava eu na secretaria do edifíciozinho dos degraus lambidos, outra vez. Ah e tal, por causa dos pré-requisitos.
Na DREC, depois da personagem sebenta, peluda e asquerosa, responsável pelo departamento que me interessava, ter chegado a horas indecentes só me soube dizer: AH, o ano passsado é que tratámos disso, agora já não é aqui. Apeteceu-me mandar um murro na mesa e pôr os pontos nos i’s depois daquela palhaçada toda. Mas como não sou de perder as estribeiras, lá arranquei o número da DGES.
Concluindo, a dita declaração que me fez perder aquelas horas todas, e fazer papel de otária, nem sequer é precisa! Sim, apenas é necessário uma autodeclaração no momento da matrícula na universidade pretendida, feita pelo próprio aluno. Tanta treta para depois dar nisto. Pelo amor da santa! Oh criaturas, já ouviram falar em actualizar um site?! HMMM!!!
sábado, março 22, 2008
sexta-feira, março 21, 2008
segunda-feira, março 17, 2008
sábado, março 15, 2008
Setenta velas!

Setenta anos. Um a um, exprimidos como gotas no somatório que o meu pai contabilizou no passado dia doze. Contou-os a eles e às coisas que amontoou. Capítulos de uma vida por compreender; sorrisos por referir; arrufos. E muita, muita nostalgia. Só não apagou setenta velas, com medo de cair no ridículo que as crianças experimentam. Foi assim.
Agora tudo corre mais devagar. Os anos são sinónimos de dias. Cada um é um pedaço de uma vida que parece começar a correr em contra relógio. É a lei natural das coisas, ser-lhe eu a vislumbrar as rugas, e não o inverso. Ser-lhe eu a ajudar nas coisas modernas. Ser-lhe eu a apaziguar os olhos cansados. Ser-lhe eu, só por si. É um facto que é assim que a vida se mostra, e aos factos ninguém lhes retira menção. Os filhos são rebentos que a velhice faz de bengala, mimos de gente crescida.
Somam-se mais que setenta anos, junta-se também uma vida de memórias que escapam entre os dedos, como se a sua leveza as tornasse imperceptíveis. Coisas só dele, que se retratam nas duas gerações de filhos a quem mostrou diferentes coisas, as mais banais ou nem tanto, a quem ensinou a viver de maneiras tão diferentes como cada dia de uma existência; e a quem viu crescer com uma infinidade de olhares, para agora poder ouvir:
Parabéns pai ou parabéns avô! Muda o título, mas os olhos são os mesmos. A alma é a mesma. O todo torna-se unidade.
....

Há quem tenha as cores todas e prefira só uma: o preto. A resultante de três cores primárias, que ao juntarem a sua vivacidade, escureceram. O preto mancha o papel e deixa a alma parda. Arrefece as mãos, suga o sangue e qualquer coisa de ínfimo que há cá dentro. O que a aquece é o azul de um dia solarengo, o verde da erva, o amarelo dos malmequeres.
Aqueces-me tu e a alma que tens de uma maneira que julgas ser incansável.
O sorriso das coisas banais, esse, nunca arrefece porque o frio não lhe rasga a pele nem as entranhas. Não lhe deixa frieiras, apenas se fica pelo tacto, o mesmo com que me acalentas.
Ser-se é assim, sonhar é mais que isso. Depois dizes-me adeus e eu volto a encontrar nas cores, o calor dos dias quentes.
domingo, março 09, 2008
sábado, março 01, 2008
Assim
Um shot...
Dois shots....
Três shots....
Quatro shots....
Cinco shots....
E...vamos embora que já é Primavera no meu cérebro!:S
domingo, fevereiro 24, 2008
Ensinamentos
Saramago
Bilhete postal!
Aquelas que fazem falta por mil e um motivos e mais um.
Aquelas que alimentam o ego.
Aquelas que nos fazem transbordar de coisas boas.
Aquelas em que se respira emoção.
Enfim, aquelas que são, de facto, para recordar!:)
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
Ah valentes!!!
Não consigo deixar de dar uma gargalhada cada vez que este anúncio passa na tv.
Castiços,pá!
domingo, fevereiro 17, 2008
sábado, fevereiro 09, 2008
terça-feira, fevereiro 05, 2008
Vontades
Talvez porque a sua leveza consiga pesar mais que as armaduras de ferro, nas quais te tentas esconder. Não sei muito bem do quê ou se mesmo de alguma coisa.
Dás-me a mão para depois me deixares ir, ou preferes um dedo para me amputares a necessidade de voltar?
segunda-feira, fevereiro 04, 2008
Tal & Qual
"O coração tem mais quartos que uma pensão de putas!"
Pois, diz que sim...
Ilustres
Nós portugueses somos assim, temos dificuldade em dar importância ao que temos de bom. E quando assim é, andamos sempre coxos por mais sarada que a ferida esteja.
Não gosto de fado, ponto. Apenas por uma questão de opção de gosto musical. Contudo, isso não invalida que admire as pessoas que têm vozeirão para o cantar.
Gostei e muito, de ver o fadista Carlos do Carmo a ser escolhido para vencedor de melhor canção original, entre outras inúmeras figuras de peso estrangeiras.
Talvez Pessoa, se voltasse a nascer, pudesse formular um novo Quinto Império, que nos faz uma falta do tamanho de três continentes juntos.
Somos pequeninos. Mas dizem que não nos medimos aos palmos.
domingo, fevereiro 03, 2008
Carago, que arrepio!
Volvidos dois meses ou por aí, responderam-me, para meu espanto. Primeiro, porque a avaliar pelo tempo que demoraram, pensei que a resposta ficaria perdida algures pelo caminho. E, caso viesse, seria desfavorável.
Ora, sucede que ao abrir a caixa de correio nestes dias, lá estava ela. Petrifiquei. Bom, ou quase isso. Pronto! Dizia que estavam interessados em editar um livro meu. A parte pior foi a das burocracrias. Teria de investir e bla bla bla. Enfim, não há bela sem senão. Mas, de facto, nunca pensei que isto me acalentasse tanto o ego, mas a verdade é que acalentou e muito!
Mas, um livro não se faz assim, com a inexperiência e imaturidade dos meus vinte anos, pelo menos não a esse nível.
Contudo é um projecto que fica em stand-by para quem sabe, um dia, ser passado para o papel e para o mundo. Pois, quem sabe...
sexta-feira, janeiro 25, 2008
Esguia
Não sei se ainda sei correr assim, sorrir assim, abraçar assim; aproveitando o, assim, em cada segundo tão banal. Mas sei que os olhos incessantes e aquelas mãos esguias ainda ali estão. Até quando não sei, mas se soubesse respiraria em contra relógio.
domingo, janeiro 20, 2008
Braços a seco
Um velho com o braço direito partido,
folheia o jornal com a mão esquerda.
Penso: assim seria mais fácil.
O corpo a decidir por nós.
Olho para mim: os dois braços intactos.
Que fazer?"
Gonçalo Tavares
Aqui
sábado, janeiro 19, 2008
Eu vi. Vi sim senhor!

Ora portanto, arrastada por um amigo lá fui eu ao cinema. Pensava eu que, Call Girl, estaria reservado naquela sala inteiramente só para nós. Acontece que o tiro saiu pela culatra e a sala estava cheia, para meu espanto e mais de uns quantos.
À boa maneira dos filmes portugueses, ou do estereótipo que tenho deles, pensei que fossem umas horitas de fazer comichão ao dorso, em que só me valessem as pipocas. Mais uma vez, enganei-me. Mas muito.
O filme dispensa apresentações depois de tanto alarido. Tenho a dizer que gostei. E muito. Bem concebido, com uma história por detrás do “pinocanço” à Zé-povinho, acompanhado de personagens à altura, assim creio.
Ilucida, às claras, até onde o dinheiro pode arrematar a honestidade e colocá-la à deriva da promiscuidade da paixão, ou de uma espécie. Mostra, ainda, que ou se opta por amar ou por ir "amando", sendo que em ambas as opções, o ciúme é, vertiginosamente, cego!
Simpatizei com o sarcasmo arrematador de Ivo Canelas, impecavelmente no ponto.
Apraz-me dizer que, de facto, o que é Nacional ainda é bom.
Aconselho!
Amén!
Frase a reter:"Que mania de superioridade a dos homens, só porque têm uma pila e sabem mexer bem na merda de um macaco!"
domingo, janeiro 13, 2008
sábado, janeiro 12, 2008
E se...
Uma delas, cá entre nós, é que um namorado deveria ser como uma máquina de tabaco: cada vez que alguém quisesse meter moeda ou aproximar-se num raio de acção duvidoso, tinha de pedir primeiro para carregarmos no botãozinho.
Isto, aliado ao facto de a manutenção ficar por nossa conta; traria o paraíso.
Pois...era isso,era!
sexta-feira, janeiro 11, 2008
domingo, janeiro 06, 2008
E esta,hein?
_Oh menina,quantos anos tem?
_Ah,parece que são vinte!
Ficou com cara de pouco convencido, mas lá me deixou prosseguir a marcha.
Enfim, às vezes até sabe bem passar por pita. Digamos que faz festinhas no ego!
sábado, janeiro 05, 2008
sexta-feira, janeiro 04, 2008
Dr.House!

Jennifer Morrison (Cameron)

Robert Sean Leonard (wilson)

Omar Epps (Foreman)

Lisa Edelstein (Cuddy)

Jesse Spencer (Chase)

Hugh Larie (House)

Há coisas que me viciam. Esta série é uma delas.
Quantas e quantas vezes já me roubou o sono. Inúmeras mesmo. Mas fi-lo com todo o gosto!
Apetece-me dizer: Jesse Spencer, faz-me um filho! Mas como há que manter o nível, é melhor não. :)
House mais que um vício, uma necessidade!
quinta-feira, janeiro 03, 2008
Ideias a preto e branco

Há qualquer coisa de subtil em olhar-te. Não sei se pelo facto de me escorregares entre os dedos, se só por existires a uma distância que me acalenta bem cá dentro. Assim, num cantinho em que me vejo. Consegues ver-me?
Deslizas a uma velocidade que me deixa zonza e sem vontade de ganhar tino. A sobrevoar-te, a sobrevoar-me, a sobrevoarmo-nos; talvez. É mais ou menos aqui que estou, nesta perdição entre o ter de ir e o querer ficar. A contenção desmedida nem sempre é má, se ultrapassar o desejo. Esse, que tantas vezes se confunde com medo e a cobardia, que também coexistem entre si. Mas um cobarde esconde-se atrás de alguma coisa. E, quando pode, atrás de si mesmo. Até quando não tem espaço dentro ou fora de si para tal. Às vezes o esconderijo falha, mas só ele lá encontra guarida.
Quando não se tem mais nada a perder, porque para perder é preciso ter ganho primeiro, também se perde. E muito. Nem que seja pelo facto de ainda não se ter ganho e provavelmente nunca se vir a ganhar. Perde-se porque se deixa de ter, e tendo a perdição faz uma moça imensa.
Fazes-me lembrar um miúdo que tenta atraiçoar o medo, assobiando. Imagina a mãe no final da escuridão, pronta a dar-lhe a mão sem hesitar. Fá-lo porque sabe é preciso enganar a mente para depois a distrair. A confiança, essa, é ganha quando a distracção é mais que um entretém, é uma necessidade. Como comer, ou beber água. Não, espera. Essas são físicas e as que falo há muito que deixaram de o ser.
quarta-feira, janeiro 02, 2008
Tardiamente
Outras, faz-nos um rasgo na carne do tamanho do umbigo da insanidade. Pode faltar inspiração para quase tudo. Pode faltar vontade de ir. Mas parar de ouvir, meu deus, é parar de existir. É só subsistir.