segunda-feira, fevereiro 27, 2006
terça-feira, fevereiro 21, 2006
Muito do nada... ;)

Di-Rect - Don't Kill Me Tonight When I’m on the loose It is you who’s shining through and through again Whenever the rain comes down, the sun turns gray When I needed you, you were always there When it comes to you, really nothing can compare You feel what I feel, know what I know Even through the darkest night You’ll see what I see There’s a reason to believe in you and me I would die if you left me Drowning in sorrow Baby don’t kill me tonight Would you hold on to me, girl? And love me tomorrow When I’m feeling blue It is you who’s reaching out for me again Whenever I need your wings to fly away You feel what I feel, hear what I hear Even through the darkest night You’ll sleep when I sleep There’s a reason to believe in faith cause Heaven sent me you I would die if you left me Drowning in sorrow Baby don’t kill me tonight Would you hold on to me, girl? And love me tomorrow Love me tomorrow again So if you need me, I will be near Another thousand miles, I will be there I will hear you, I will see through Even through the darkness I’ll be true I would die if you left me Drowning in sorrow Baby don’t kill me tonight And so I wrote you these words down For you to remember For you to remember why I love you |
terça-feira, fevereiro 14, 2006
Mais um entre tantos outros

Entre tantos formalismos habituais, lá veio mais um. Não sei quem é que se lembrou de inventar este dia, de estipular uma data para se materializar emoções. É lógico que toda a gente gosta de receber presentes, especialmente quando estes nos chegam oriundos de pessoas especiais. Porém, os momentos especiais não são especiais por este ou aquele presente, são especiais quando passados ao lado daquela pessoa que nos leva a passear, a comer um gelado lambuzado, nos faz passar tardes inesquecíveis... nos dignifica com um simples “adoro-te”. Enfim, os momentos aprazíveis, são aqueles em que uma mera data não diz nada porque, simplesmente, não é nada nem tão pouco pretexto. É apenas um complemento atónico e indiferente. Os namorados não têm dia, têm momentos e é neles que, o sentido das coisas banais se enaltece tornando-as grandiosas, em que as palavras se tornam uma índole às emoções com efeitos majestosos. A presença carnal só faz sentido quando acompanhada de uma sensibilidade, que não está presente por ser dia catorze de Fevereiro ou outro dia qualquer, mas antes envolta e implícita em ápices mágicos e irrepetíveis. Se cada instante tivesse de ser necessariamente vivido dentro de momentos forçados então não seria um instante, mas antes uma obrigação. O prazer da vida e das coisas está nos instantes, jamais nas obrigações. |
sábado, fevereiro 11, 2006
quarta-feira, fevereiro 08, 2006
Agora que é a época por excelência de fazer fitas de finalistas, e de as receber, há pessoas que me fazem reviver tempos valiosos. Bem, a palavra finalista é um pouco controversa, pois nada está finalizado. Apenas nos finalizamos no dia da morte, às vezes nem isso… No entanto, se uma imagem vale mais do que mil palavras, uma palavra faz reviver mil gestos, olhares, paixões, dissabores, vitórias, enfim um passado, eternamente vivo. Quando leio algumas dissertações de pessoas que me têm acompanhado ao longo destes frutuosos anos, dou comigo a pensar naquilo que foi, é e será de mim. Existe um grande sentido oculto por detrás de cada gesto, de cada expressão e se somos mortais as nossas palavras podem ir muito além daquilo que é biologicamente aceitável. É bom relembrar o quotidiano de outrora, os amiguinhos, os desenhos animados predilectos, que são, afinal, parte de uma vida encaixotada em pequenos momentos tão deliciosos quanto os acanhados triunfos de hoje. Quando me prendo nestas palavras, elas sugam-me para um espaço indefinível, pouco nítido, mas extremamente marcante. Não tenho saudades desses dias, pois isso era admitir que é um ciclo encerrado. Mas, não o considero de todo, porque é verdade que não existe felicidade, mas momentos de felicidade. E esses, sei que me acompanharão sempre, com um carinho indestrutível, porque quando for velhinha, com a bengala atrás, espero que a vida me continue a sorrir, com todos os que me acompanharam na primeira fila de um novo raiar… |
sexta-feira, fevereiro 03, 2006
Cêincia em acção

As peripécias do nosso cérebro são alucinantes! É um verdadeiro admirável mundo novo… Vejamos: Sgeudno um etsduo da Uinvesriadde de Cmabgirde, a oderm das lertas nas pavralas não tem ipmortnância qsuae nnhuema. O que ipmrtoa é que a prmiiera e a útlima lreta etsajem no lcoal cetro. De rseto, pdoe lre-se tduo sem gardnes difiilcuddaes… Itso jstiufca-se pleo fcato de o nssoo crebéro ler as pavralas cmoo um tdoo e não lreta por lerta. Comentário: É imrpessointae, qasue inmiagniável, mas pracee que é msemo vreadde! Lê-se prefietmaente bem, não? ;) |