| Epah pelo amor de Deus, a cena mais irrisória é lascar um dente a comer pêssego... Mas que essência! |
sexta-feira, junho 30, 2006
sábado, junho 24, 2006

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quarta-feira, junho 21, 2006
Coisas... de homens!
Ontem, fui à oficina com o meu pai. Já nem me lembrava da última vez que entrei numa. Mas, sinceramente, também não mudou quase nada. Continua no ar aquele cheirinho a óleo e borracha dos pneus; os velhotes, já barrigudos, a reclamar porque o tractor não pega; as mulheres desnudas numa das paredes; peças e mais peças por arranjar, umas já oxidadas outras lá perto. Enfim... Mas o que eu acho mais piada é aqueles cumprimentos mesmo à homem com as mãos cheias de tudo e mais alguma coisa menos de asseio, como se entende, e depois de um mecanizado “Então como vai isso?” lá sai um aperto de pulso. São engraçados estes médicos da mais variada maquinaria e melhores ainda se os pais tiverem acertado nas medidas. |
domingo, junho 18, 2006
*** Nunca gostei muito de fazer planos, porque acabam quase sempre em nada. Dizem que quem espera sempre alcança e até posso concordar com isso quando entra a questão da perseverança. Alcançar o que se ambiciona há um tempo considerável é gratificante, principalmente se isso nos dá um gosto especial de satisfação. Quando a querença e a arquitectura aparentemente utópicas dão lugar a um conjunto de gestos profundamente almejados, parece que nada mais importa, pois tudo o que resta é um mero fragmento. *** |
sexta-feira, junho 16, 2006
Exames na calha
Andei o ano todo a tentar consciencializar-me de que os exames seriam uma realidade, mas acho que nem essa tentativa consegui afigurar. Eles chegaram, estão na calha! Segunda-feira começa o duelo e espero que não seja um épico desastroso. Sinceramente também não sei se estou preparada e, muito provavelmente, só o saberei no dia que os fizer. Enfim, espero ter estimulado minimamente as minhas sinapses. Felizmente não sofro de ataques de ansiedade incontroláveis e deprimentes. Venha o que tem de vir, cá estarei. Mas como há sempre um lado positivo da questão, pelo menos é bom receber paparicos maternais que sabem sempre bem… Enfim, se me apanho com isto para trás das costas e a gozar merecidas férias, até penso que é mentira. Como alguém diria “Don´t stressate, inovate”. |
segunda-feira, junho 12, 2006
Uma noite 5*
Existem momentos que jamais esqueceremos e esses são, sem dúvida, o melhor disto tudo. O SBSR foi simplesmente fenomenal. Uma noite inesquecível para recordar daqui a uns belos anitos e contar aos netinhos. Poderia ter sido mais uma noite de diversão mas não. Foi muito mais do que isso. Os keane e os Frans Ferdinand no seu auge, sem qualquer margem para dúvida. Simplesmente divinais! Obviamente que não me esqueço daquele ambiente indescritível… a conversa do comboio sobre mundos paralelos… a cervejinha ao gosto do freguês… as fotos manhosas… a entrevista (sim porque somos meninas importantes)… o mano do reggeaton… o Óscar e os prodígios da Mimi… os devaneios da semi lagosta… as moxes… os berros até que a voz doesse… as cavalitas... os grandes momentos de êxtase… as pseudo WC… os jactos… o jardim e a relva… as fotos à paparazzi... os bancos milagrosos… os emplastros… os crepes (obviamente que jamais se compararão com os do Panchito)… a resistência ao sono... a directa e ida às aulas… os Ucranianos que nos fizeram perder o comboio… Enfim, qualquer réstia de cansaço foi prontamente superada pela adrenalina pura. Uma daquelas noites que valeu por tudo, e especialmente pelo vosso companheirismo. Temos de repetir… ;) |
sexta-feira, junho 09, 2006
Pseudo actos

domingo, junho 04, 2006
Simplesmente genial*
Porque quase ninguém conhece esta maravilhosa música, aqui fica ela... é fabulosa... cantada em grupo a caminho da praia é ainda melhor... Quem não a conhece, oiça e dar-me-á razão! Os fenomenais Red Hot que me perdoem, mas esta é só pra ti... *....Bzinhu... * *** Red Hot Chili Peppers Cabron by Anthony Keidis, Luciano De Souza Cabron cabron Cabron cabron I see you in the park You're always wearing Dodger blue Mad doggin' me and Anyone from any other crew I am small but I am strong I'll get it on with you If you want me to What else can I do Everyone would take a cue From anything you do If you want them to What else can they do I don't want to fight I want to get along with you This time of night is For singin' songs About the local news Cabron cabron Cabron cabron I'll come around and make peace Get down have a barbeque Let's keep the moon awake And do electric boogiloo I am small but I am strong You see I'm just like you If you only knew That I'm just like you All the world would Take a cue from Anything you doIf you only knew That they're just like you I don't want to fight I want to get alone with you This time of night's For singin' songs About the local news I don't want to fight I want to get alone with you This time of night's For singin' songs About the local news Cabron x8 If you want me to What else can I do Cause I'm just like you If you only knew Cabron x8 *** |
quarta-feira, maio 31, 2006
Abençoada frutose!

Hum… que saudades que eu tinha destes desígnios da natureza. Não, não estou a falar de outros propósitos igualmente louváveis. Refiro-me, simplesmente, a frutas. Finalmente chegaram as frutas da época. E aqui entre nós, que ninguém nos ouve, se há coisa que me dá um gozo tremendo é subir acima da cerejeira e comer até que o meu estômago ordene que pare, enquanto vou dando asas à minha imaginação… Ok, confesso que depois a dor de barriga não é propriamente agradável, mas nada que o organismo não resolva. É daquelas coisas que faço com todo o prazer. Mais do que qualquer miligrama de frutose que as cerejas encerrem, o melhor de tudo é aquele gosto inconfundível… Sim, se pudesse ser um fruto escolheria a cereja para encarnar. Lol! Mas na falta daquele ADN resta-me ir adocicando a boca. |
terça-feira, maio 30, 2006
Participação lusa no Sub-21 sinónimo de fiasco?

Fiasco. Eis o adjectivo com que tão prontamente se definiu a participação da equipa nacional de Sub-21 no europeu deste ano. Efectivamente, e por mais vontade que se tenha de negar as evidências o desempenho luso deixou muito a desejar. O que falhou é a pergunta que a muitos assombra. Nesta matéria, não há uma causa única, mas antes um conjunto de factores. Podemos enunciar a falta de maturidade, mas a meu ver não vamos por aí, pois a imaturidade por si só não é justificativa para o claro falhanço. Além do mais, esta está apenas camuflada naquilo a que chamo de falta de garra… de frescura… de vontade de fazer história… de suar a camisola… Enfim, faltou sobretudo espírito. Perante uma tão promissora equipa, havia que fazer bem melhor do que as provas mostradas. No fundo, penso que ninguém estava muito crente de que se pudesse chegar à final tendo por adversárias equipas como a tão falada Alemanha ou a surpreendente França mas, pensava eu, que a passagem desta fase inicial era um dado adquirido. Afinal, enganei-me redondamente. Em suma, quem não faz por ganhar as competições em que entra, então também não seria um justo vencedor. È verdade que a justeza em futebol é muito relativa, porque um golo no último minuto de desconto pode decidir muita coisa e ser um errado retrato de noventa minutos. Posto isto, resta então esperar para que a próxima participação seja mais produtiva. |
segunda-feira, maio 29, 2006
Tempo
Hoje, fiz teste a português. Efectivamente se todos os meus problemas passassem por aí, a vida era um perfeito paraíso, e não é que não o seja mas por outros motivos. Fiquei com o pulso aberto, ainda me dói e já foi há umas horitas...
O meu dia foi mais uma rotina daquelas que são agradáveis com muito calor à mistura mas com uma dose extra de boa disposição como aliás importa que se tenha sempre... ;)
domingo, maio 28, 2006
Hoje, o papel inverteu-se. Não escrevo este post inspirada, mas esperando inspirar-me. Estávamos lá mais de um cento, porém não sei como nem porquê, a alteza mor incutiu-me de esboçar meia dúzia de linhas, para amanhã aquela gente toda de olhos postos nas minhas palavras, esperar que faça um brilharete. Com toda a sinceridade, não sei se vai sair algo que se pareça com um brilharete, afinal as horas já vão adiantadas e o meu corpo clama pela clemência dos lençóis. Hoje as palavras estão encravadas, não saem com a fluidez de outros dias, mas quando se têm uma tarefa destas é proibido falhar. Por isso, vou meter mãos à obra e amanhã, (ou melhor daqui a bocado), logo se verá se me congratularam com aplausos ou assobios. |
terça-feira, maio 23, 2006
Roubar é pecado?
Acusaram-te de roubo por teres rapinado uma cereja a caminho de casa, ou por não teres devolvido a caneta que pediste emprestada? Epah, esquece lá isso! É que o roubo mudou de definição. Agora roubar não é o facto de te apoderares de algo que não te pertence. O roubo à maneira moderna é cobrar cinco euros por um diploma, teoricamente comprovativo, de qualquer coisinha (não posso dizer do quê, se não sou já conjurada!). Meus senhores, se querem dinheiro para a gasolina que gastaram na deslocação, pronto, digam-no. Agora que o diploma custa cinco euros?! E confessarem-se não??? |
sábado, maio 20, 2006
Pimba & Pimba LDa
A musica pimba, independentemente do que se diga, é um daqueles fenómenos que a ninguém passa indiferente. Sim, definitivamente não é o meu ideal de música. Mas, a verdade é que embora em tom de gozo, toda a gente acaba por ficar com a música no ouvido. Quem não se lembra do “Nós pimba”… “A garagem da vizinha”… “Afinal havia outra”… e muitas mais. É curioso, dizemos mal das coisas pirosas e “com muita essência”, mas depois são essas mesmas coisas que acabam por ser o assunto de cada dia. Isto acontece um pouco com tudo. Somos mesmo seres estranhos, ou paradoxalmente interessantes, ou então chamemos-lhe apenas ironia. É à vontade do freguês. |
quinta-feira, maio 18, 2006
Diga não ao tampão... use o algodão!
Não! Efectivamente, desenganem-se as mentes que tomaram o título deste post como um slogan publicitário da Ajax ou afins. Bem, até tinha piada e era capaz de render uns trocos. Contudo, os factos são outros! A verdade é que minha escola é uma verdadeira surpresa a cada dia. Hoje aconteceu uma daquelas coisas que nunca mais vou esquecer, nem que seja pela situação hilariante. Que ultimamente conseguir fazer um teste, com o mínimo de concentração, acompanhado por aquele barulho infernal das obras de alargamento da dita biblioteca da escola, é um verdadeiro dilema, já todos nós alunos o sabemos. Mas o que muitos não sabem, ou poucos saberão, é que hoje tive de fazer teste com um pseudo tampão nos ouvidos. (E foi se quis, caso contrário que me aguentasse com a azáfama. Afinal tempo é dinheiro!). Digo pseudo porque o dito tampão era aquilo que sempre me ensinaram a chamar de algodão. Sim, daquele que quando eu era miúda a minha mãe costumava embeber numa substância anestesiante e pôr-me nas feridas, além de me dar um chupa-chupa para não gritar mais. Pois então, qualquer pessoa que se preze faz teste com tampão nos ouvidos. Até parecia mal se assim não fosse. Enfim, só mesmo na minha escola! Mas como alguém diria: “Muita sorte temos nós em termos algodão aqui à mão”. Okay senhor professor, agradecidíssima pela generosidade de se ter lembrado dos seus alunos, fazer um teste seu sobre calhaus, é sempre um enorme incentivo às minhas sinapses! Disponha sempre... Moral da história: o algodão é mesmo mirabolante… Vou dedicar-me ao seu cultivo, afinal dá sempre jeito levar um belo pedaço na algibeira… ;) |
terça-feira, maio 09, 2006
Vida
O meu Deus não é pagão. Não é um Deus consagrado ao que quer que seja. Ou talvez não. Talvez seja consagrado a mim, visto que é uma concepção minha. Afinal de onde veio o universo… o ar que respiro… a simples rosa do meu jardim. Será que de uma “mente” brilhante, ou de um mero processo evolutivo. Se assim foi, de onde é que tudo começou? Do nada? Então ao nada tornará, ou simplesmente continuará a corporizar parte do nada ou o nada por inteiro. Sim, múltiplas questões, múltiplos caminhos, hipóteses intermináveis. Qualquer que seja a origem daquilo que vivo, tenciono viver ou que penso viver, o que importa não são os infindáveis anos que existem atrás de mim e que continuarão inexoravelmente a existir quer eu respire, viva ou morra. Não importa se uma mão do Além me arquitectou vigorosamente dando-me um corpo, e quiçá algo sem matéria a que me habituaram a chamar de alma. Tudo isto não importa porque se importasse a minha existência seria vil e vã. Que me interessa se a Terra tem 4.600 M.a, se os fósseis são testemunhos de vida… Tudo isso teve o seu tempo, quando foi tempo de alguma coisa. Foi um ciclo, acabou. Tal como em tudo na vida, na morte ou na mera existência. Dá jeito acreditar numa vida para além da suposta última morada, com muitas flores, rezas, uma ou outra lágrima em cima da lápide. Mas, por outro lado, tudo isso é demasiado vazio. Se há ou não algo soberano, para lá do sítio em que os pássaros voam, possivelmente eles o saberão, pois eu nunca vi. È verdade que não são os meus olhos que dão existência ao que quer que seja, mas é com eles que a realidade se afigura perante mim. Reconforta-me o facto de amanhã ser outro dia, com sol ou chuva haverá uma nova aurora que não virá por eu estar cá à sua espera. Virá porque tem de vir. Então que diferença faz eu estar ou não estar? |
domingo, maio 07, 2006
Momentos e vidas
Entre birras, caprichos, mesquinhices necessárias, elogios… toda a gente sente necessidade de se dirigir à sua mãe. Não sinto indispensabilidade de consagrar um dia em especial à minha mãe e, se tivesse de o fazer, não seria um mas todos. Um mero dia estereotipado, não me diz rigorosamente nada. Aliás, esse dia é mais um complemento. Mas os dias, os anos, as vidas não são feitos de complementos e sim de momentos inteiros. Esses momentos são as coisas que só fazem sentido porque têm um toque da mamã, nem que seja um chá na cama quando a minha imunidade está afectada. Mãe é mãe e há só uma: aquela que se fosse outra, não seria a mesma coisa nem faria qualquer sentido… Obrigada mãe por tudo, um beijo da tua filha Sara* |
quarta-feira, maio 03, 2006
domingo, abril 30, 2006
Menu rotineiro
O cérebro masculino é algo que ainda está nos preliminares. Os espécimes do sexo oposto, conjecturam-se constantemente acerca de perguntas como: Por que é que as mulheres vão sempre juntas ao W.C… Por que trocam a tasca por uma tarde de compras… Por que teimam em perder uns quilinhos… por que preferem uma ida ao cinema do que uma churrascada etc… etc… Enfim. Perante tanta falta de perspicácia, as mulheres já se vão habituando às usuais birras. Isto funciona tudo um pouco como a matemática, sem bases não se chega ao topo. É isso que lhes falta: bases. Confundem um claro “não” com o que eles chamam de “fazer-se de difícil”. Meus amigos, até posso compreender que, pronto, não conseguiam alcançar certos ardis do sexo feminino, agora não distinguirem esta diferença, parece-me tão impensável como eu chegar a uma ervanária e me comunicarem: “ Desculpe, mas não temos lecitina de soja”. Quer dizer, não passa pela cabeça de ninguém! Além disto, nunca lhes pode faltar uma cervejola acompanhada de uns tremoços enquanto assistem a um derby; o desfolhar a Maxmen que representa um verdadeiro elixir; a testosterona que não perdoa quando de uma saia se trata… Enfim, parece que a parte animalesca lhes é literalmente irrefreável. Possivelmente muito por culpa das hormonas, mas também da falta de auto controlo. E, nisso, assemelham-se ao comum dos animais.Gostam muito de teorizar acerca da psicologia feminina, mas o que realmente lhes interessa é o alimento para os olhos… Já os ouvi confessar que almejavam ter uma espécie de licenciatura em mulheres. Bem quanto a isso, mesmo que conseguissem um diploma, seria tão irrisório que nem se atreveriam a usar a teoria. Sim, porque com as mulheres não há teoria, mas antes a realidade própria de cada uma. E, por favor, nunca a generalizem. Caso contrário, a falácia não passará impune.Em jeito de remate, não tentem perceber por que é que as mulheres fazem determinadas coisas que escapam à explicação masculina. Isto por uma simples razão: nunca chegarão a uma conclusão convincente, pois a psicologia feminina vs masculina é como a água e o azeite, respectivamente, nunca se misturam mas completam-se quando usados em doses certas… O mundo sem água seria inóspito e sem azeite pouco frutuoso. P.S.: As mulheres vão juntas ao W.C, não para cobiçar um ou outro material. Fazem-no apenas por questões fisiológicas imperiosas. |
sábado, abril 29, 2006
Cuidadinho...

| Se se prestar atenção, de um olá vem um abraço… de um abraço vêm dois beijos… de dois beijos vem um linguado… de um linguado vem um marmelanço… de um marmelanço vem sexo… Agora vê lá a quem dizes olá... ;) Portanto, meninas façam reset dessa palavra da mente dos vossos vassalos, porque as hormonas não costumam perdoar… Lol |
